Mais palavras, mais gramática
Você aprende a palavra isolada e espera encontrá-la assim na conversa. Na escrita, as palavras são separadas por espaço. Na fala, elas se conectam, enfraquecem e às vezes desaparecem.
Um treinamento para adultos brasileiros que leem e escrevem em inglês, mas se perdem quando alguém fala naturalmente.
Assista à aula e veja:
Se você se viu em pelo menos dois, o problema não é falta de estudo.
Não é uma condição médica. É o que acontece quando o seu cérebro tenta ouvir inglês com os padrões do português.
Quando você era bebê, o seu cérebro distinguia os sons de qualquer língua. Por volta de um ano de idade, ele se afinou no português e parou de registrar as diferenças que o português não usa. Não é defeito, é economia.
Por isso, quando chega um som do inglês que não existe em português, o cérebro procura o mais parecido e encaixa ali. Você jura que ouviu aquilo. Sons diferentes parecem iguais. Duas ou três palavras conectadas chegam como uma só. Uma palavra fraca parece que sumiu.
E a rigidez não atrapalha só o ouvido. Se o ouvido não reconhece um som, a boca não tem modelo para reproduzir. Por isso eu sempre digo:
Não existe speaking sem listening.
As três tentativas mais comuns tratam o problema como falta de conteúdo. E o que falta não é conteúdo.
Você aprende a palavra isolada e espera encontrá-la assim na conversa. Na escrita, as palavras são separadas por espaço. Na fala, elas se conectam, enfraquecem e às vezes desaparecem.
A exposição ajuda, mas não ensina o cérebro o que procurar. Você pode ouvir a mesma frase mil vezes e o padrão continuar passando despercebido.
Fluência não é velocidade. Quem fala de forma natural usa ritmo, conexões e reduções. Palavra solta dita depressa não é fala natural, é um robô rapidinho.
Exposição sem direção não ensina o cérebro a perceber.
O Marcelo é a prova mais clara disso. Quando virou meu aluno, ele morava nos Estados Unidos havia oito anos. Ouvia inglês todo dia, e ainda assim evitava sair de casa quando o vizinho estava lá fora, para não ter que conversar.
“A pronúncia vai sendo transformada a cada módulo, com a aprendizagem de sons que antes eu não ouvia, ritmo, entonação e a melodia natural do inglês.”
Marcelo Queiroz, oito anos morando nos Estados Unidos
Um exemplo do que você treina logo nas primeiras aulas.
Why did you do that?
Why didja DO that?
Quando “did” encontra “you”, os sons se fundem em algo perto de “didja”. A voz sobe no “do” e desce no “that”. E se a força muda de lugar, a pergunta muda de sentido:
WHY did you do that?Você quer saber o motivo.Why did YOU do that?Você quer saber por que foi aquela pessoa.Why did you do THAT?Você quer falar da coisa que foi feita.Mesmas palavras, mesma gramática, três mensagens diferentes. A prosódia não é enfeite. Ela faz parte da mensagem.
But you're not your dad.
Butcher notcher dad.
Quando o T encontra o Y, nasce um som de “tch”. “But your” vira “butcher”. “Not your” vira “notcher”. Se o seu ouvido espera as palavras separadas, parece outro idioma.
Você não aprendeu nenhuma palavra nova. O seu ouvido aprendeu um padrão que estava ali o tempo todo.
“Depois da primeira aula do Módulo 1, assisti por acaso a um canal em inglês e já foi muito diferente. Ainda não domino, mas consegui identificar e perceber muito melhor a mensagem.”
Ivo, que sempre teve dificuldade com o listening
Cinco etapas, nesta ordem, porque sem perceber a diferença não dá para produzir a diferença.
Você aprende a separar os sons que hoje parecem iguais.
Você passa a ouvir quais palavras carregam a mensagem e quais passam leves.
Você ouve inglês real procurando exatamente o que treinou.
Você aprende onde colocar língua, lábios e mandíbula para cada som.
Você usa os padrões em frases, respostas e diálogos até eles aparecerem na hora da conversa.
De 10 a 15 minutos de prática. Pode ser a cada dois dias.
Não é para estudar horas. O que importa é manter um contato frequente, para o cérebro não perder o que treinou.
“Ele se encaixa direitinho na nossa crazy routine. De forma leve, porém ativa, faz praticar naturalmente.”
Diana, teacher com a rotina cheia
Algumas mudanças na percepção são graduais, e é comum evoluir sentindo que nada mudou. A planilha registra o que você treinou e o que já ficou mais fácil, para você enxergar o progresso.
Com frases e áudios. Para você começar a corrigir a fala no primeiro dia, antes de avançar nas aulas.
ou 12x de R$ 30,72
Você provavelmente já investiu bastante em inglês. Por isso coloquei o mínimo que mantém o treinamento funcionando.
A primeira é para você testar sem compromisso. A segunda é para quem aplica o método e não vê evolução.
Entre, assista, baixe os materiais e comece a treinar. Se não for para você, peça o reembolso pela própria Hotmart. Mesmo parcelado, as parcelas são canceladas.
Sem precisar justificar.
Faça as práticas e as gravações dos primeiros 30 dias e o Checkpoint final. Se não houver evolução em relação ao seu próprio ponto de partida, você recebe 100% do valor de volta.
Peça entre o 30º e o 37º dia pelo WhatsApp ou e-mail oficiais. Vale a sua evolução, não fluência em 30 dias.
Sou a Carol Gomes, teacher há 15 anos. No começo da carreira, nos treinamentos da escola onde eu dava aula, havia um momento que eu temia: ler em voz alta. Eu errava, era corrigida na frente de todo mundo e queria sumir dali. Isso se repetiu em vários treinamentos. Eu decorava a pronúncia de cada palavra, e o problema voltava na palavra seguinte.
A virada veio anos depois, estudando alfabetização em inglês: antes de reproduzir os sons de uma língua, o cérebro precisa aprender a percebê-los. Apliquei isso primeiro no meu próprio inglês. Depois nas teachers que eu treino. Depois nos meus alunos adultos. Foi assim que nasceu o SPEAK Method.
E um detalhe: eu tenho sotaque. Comecei a aprender inglês aos 13 anos e nunca morei fora.
Ter sotaque é diferente de falar errado.
O objetivo aqui não é apagar a sua identidade. É ajustar o que atrapalha a sua clareza.
“Eu já atuava como professora de inglês, mas sentia que precisava melhorar alguns aspectos da minha pronúncia, o que gerava certa insegurança. (...) Os resultados têm sido muito positivos, com mais segurança ao me comunicar em inglês (...).”
Ana Cláudia, professora de inglês
Talvez o que mais incomode não seja desconhecer uma palavra. É saber que você escreveria a resposta, mas ela não sai da boca quando alguém está esperando. É olhar a legenda e pensar: eu conhecia todas as palavras, como não entendi?
Você pode continuar somando vocabulário e esperar que isso um dia vire conversa. Ou pode treinar o ouvido para perceber o inglês como ele é falado.
Eu não vou prometer que você vai entender tudo nem que nunca mais vai errar. Vou te ensinar a ouvir o que precisa ser ouvido e a praticar, para que o inglês que você já tem funcione quando você precisar dele.
Não. Ele não ensina gramática nem vocabulário. Treina as habilidades de som que sustentam o ouvir e o falar, para você usar o inglês que já aprendeu.
Não. Basta ter alguma base, mesmo que a sua fala ainda esteja no nível básico ou intermediário. Só não é para quem está começando do zero.
De 10 a 15 minutos, e pode ser a cada dois dias. Nos dias corridos, o Personal Trainer da Pronúncia monta práticas de 3 ou 5 minutos.
Assim que o pagamento é confirmado, a Hotmart envia o acesso para o seu e-mail. As aulas são liberadas por semana e ficam disponíveis por 1 ano. Os materiais que você baixar ficam com você.
Dúvidas de acesso e pagamento são atendidas pela Hotmart. A prática do dia a dia é guiada pelas aulas e pelo Personal Trainer da Pronúncia.
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